Zé Leigão
Zé Leigão perguntou:

Quando fiz um curso seu aqui em Porto Alegre você não gostava de trabalhar com cães sem raça definida pois não saberia qual o comportamento de um cruzamento entre raças diferentes, por que você mudou de pensamento e começou a fazer os bandogs?

Eu não estou te julgando pois eu gosto deste conceito de fazer um cão bandog, eu já fiz minhas experiências. Tive uma cachorra 50% Boxer e 50% Buldogue Francês, trabalhei com ela da forma que aprendi contigo e se tornou um excelente cão de trabalho. Consegui contornar o problema de não gostar de outros cães e consegui usar esta agressividade e coragem para guarda no sitio do meu irmão.

Tivemos um acidente da natureza, tínhamos uma Pastor Alemão preto, linda cachorra, ótima para guarda que cruzou com um Cane Corso bom que adquirimos adulto com vários problemas de adestramento, um cachorro de exposição.

Os filhotes vieram com porte grande e com aparência de uma cão de caça brasileiro.  Foram 6 caramelos e 1 preto todos estes não prestaram para guarda, dóceis demais, só um que prestou, tinha a aparência estranha, pois ficou com a pelagem e coloração de Pastor mas com a estrutura de Cane Corso. Ficou um cão leve entorno de 40 quilos, 60 cm de cernelha, cabeça indefinida de boa mordedura.

Deu um excelente cão de território mesmo não tendo sido adestrado, muito obediente. Uma das falta que observei foi a agressividade deste exemplar com outros cães e nada bate ele, seja Fila, Dobermann ou Pit Bull. O dono para quem eu dei ele se incomodou com o vizinho pois ele derrubou a cerca e pegou os dois cães Fila e Dobermann juntos, fora os outros que ele matou infelizmente.

Outro defeito é que ele gosta de atacar pelas costas como o pai dele.

Desculpa pelo texto mas a tempo tenho procurado algo sobre teu método de adestramento ate que vi no YouTube seus vídeos.

É bom poder trocar idéias com uma pessoa como você.